Corpo estava próximo ao maior hospital de Gaza.
Noa Mariano, 19 anos, atuava no setor de proteção de fronteiras do exército israelense, quando foi capturada pelo grupo terrorista, em outubro de 2023.
A refém foi levada para o hospital Al-Shifa, em Gaza, e morta por um médico palestino que injetou ar em sua veia, provocando embolia.
A mãe de Noa se tornou ativista pelo resgate de reféns e chegou a participar de vigília junto a congressistas dos EUA.
A princípio o Hamas afirmou que Noa Mariano foi morta após ataque israelense, mas o governo de Israel teve acesso ao vídeo macabro do médico palestino assassinando a soldado israelense.
Ezequiel Sem Censura

